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O aluno do 6º ao 9º ano

O Ensino Fundamental II inaugura uma nova etapa no desenvolvimento dos alunos. A entrada na adolescência é marcada por grandes transformações não só corporais como, também, na maneira de pensar e de agir no mundo.

O pensamento, alicerçado em construções anteriores, vai ganhando em abstração o que permite a ampliação da capacidade de estabelecer relações em contextos cada vez mais distantes da vivência imediata e de ressignificar a realidade interna e externa.

O humor costuma oscilar indo da euforia à mais profunda tristeza. Alternam-se atitudes de ousadia e temor, anseio por liberdade e necessidade de proteção, onipotência e insegurança. É uma fase de ambiguidades, instabilidade e confusão em relação a si próprio. O grupo assume um lugar de destaque na vida de meninos e meninas na busca de identidade e de afirmação, confrontando as figuras de autoridade e tentando diferenciar-se dos pais. É também nesta fase, que a curiosidade em relação à sexualidade e o desejo de intimidade dão lugar às primeiras paixões e aos namoros.

Com a expansão das estruturas cognitivas que acontece neste estágio do desenvolvimento, os adolescentes tornam-se cada vez mais aptos a coordenar diferentes pontos de vista, a se colocar no lugar do outro, a buscar o consenso e a rever posições. Os valores morais começam a ser internalizados e surge o interesse pelas questões sociais, culturais, políticas e ideológicas.

Nosso papel educativo frente a tantos desafios é o de propiciar aos alunos um ambiente de confiança e de livre expressão, estimulando a reflexão e o diálogo, a responsabilidade em relação a si próprio e aos outros, a atuação solidária e cooperativa, o que promove a consolidação dos valores morais em construção, o desenvolvimento da personalidade, da autonomia e do compromisso social.


Proposta Pedagógica

Ao longo do Ensino Fundamental II, os alunos intensificam e aprofundam a sistematização dos conhecimentos cujas bases foram lançadas nos segmentos anteriores.

Em outros tempos, a função principal da escola era informar; hoje, com o excesso de informação disponível e de fácil acesso, necessitamos de pessoas que possam utilizar e aplicar bem o conhecimento que têm ao seu alcance. Para isso, uma das tarefas fundamentais da escola é ajudar o aluno a dar sentido aquilo que aprende. Assim, utilizamos a Pedagogia de Projetos para auxiliar na construção de saberes significativos e aplicados. Desta forma, os conteúdos passam a ter significado na medida em que o aluno descobre o uso que pode fazer deles, bem como as relações que os estruturam. Cada ano letivo tem um mote pedagógico gerador das ações e do arranjo curricular.

Os alunos do 6ºano, desenvolvem dentro do Projeto "Quem somos?", a compreensão necessária para a construção de um sujeito reflexivo, capaz de compreender que suas ações individuais interferem diretamente no todo ao qual faz parte.

Já os alunos do 7º ano, ampliam seu olhar para o grupo, já que o tema gerador do planejamento é 'Eu e meu grupo". Assim, já estabelecida uma noção de pertencimento, desenvolvida no ano anterior, estabelece uma relação de coletivo, passando a dialogar mais criticamente com ações grupais. Alunos do 8º ano, com foco nas ações comunitárias, visitam os conteúdos sempre em diálogo com questões de relevância social, desenvolvem atividades de abrangência coletiva na comunidade escolar, afetando uma camada maior de estudantes, já que o mote de trabalho se intitula "Eu e outros grupos". Finalizando o segmento, os alunos do 9º ano, agentes de reflexão e transformação, estabelecem um diálogo crítico com os conteúdos trabalhados, uma vez que já se reconhecem como indivíduos produtores de história e capazes de provocar grandes transformações. Assim, tem como tema de trabalho, “Eu, cidadão do mundo".

Para a formação de um aluno crítico, autônomo e criativo, não basta apenas um trabalho com conteúdos conceituais. A escola assume também como função o desenvolvimento de outras competências traduzidas nos conteúdos de natureza procedimental e atitudinal. Os conteúdos procedimentais são aqueles que vão promover o SABER FAZER. Os atitudinais dizem respeito a formação de valores e hábitos que ajudam a construir as bases para uma postura aprimorada de estudante e cidadão.

Acreditamos que a aprendizagem se dá através da interação e da troca. Interagir com o conhecimento e com os colegas, promovendo a construção de um saber coletivo, propiciará a formação de um ser humano mais ético e vinculado ao grupo social do qual faz parte e para isso, diferentes recursos são utilizados, incluindo os digitais.

O currículo do Ensino Fundamental II é composto de: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências, Educação Física, Inglês, Arte, Música e Mídia no 6° e 7° anos, acrescidos de Teatro e Filosofia a partir do 8° ano e de Física no 9° ano. Estes componentes curriculares são distribuídos em 4 tempos diários de 75 minutos cada.


Avaliação

A Avaliação do processo de Ensino e Aprendizagem dos alunos do Fundamental II é compreendida como um conjunto de ações que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica e para isso, acontece de forma contínua e sistemática e representa um apoio permanente ao desenvolvimento dos estudantes. Neste processo, o aluno é convidado a refletir tanto sobre os conhecimentos construídos, sobre “o quê” aprendeu, como também, sobre o “como” aprendeu. Com isso, não só identifica o que sabe, como também passa a ter consciência sobre o que ainda precisa conhecer, fazer, aprender, ampliando desta forma suas possibilidades de apropriação de conceitos e procedimentos, uma vez que realizam de forma sistemática exercícios de autoavaliação.

A cada trimestre o aluno é submetido a pelo menos duas avaliações, sendo a última cumulativa, exigindo a retomada das frentes desenvolvidas ao longo do período. Os resultados são expressos em conceitos A, B, C, D e E e para aprovação é necessário obter conceito final C, além de 75% de frequência.

A escola oferece aulas extras, sem custo adicional às famílias, para a Melhoria de Aproveitamento Pedagógico (MAP) quando identificado pelo professor uma necessidade extraordinária de ajuda aos alunos. Para esta atividade é preparado um material específico, retomando os conteúdos deficitários. Desta forma, a recuperação ocorre de forma paralela e significativa, evitando o acúmulo de dúvidas e de conceitos não aprendidos.


Calendário de Provas